Pois bem, falaremos agora de como funciona o trabalho constelatório na prática, como se dá a terapia. Eis então o capítulo:
REPRESENTAÇÃO PARTE 1.
Pois bem, o cliente da constelação, o paciente, recebe um atendimento único, direcionado e exclusivo naquele momento, eis uma terapia em grupo, mas como cada pessoa que quer ser "constelado" tem seu problema específico e é um INDIVÍDUO, não há que se falar em um tratamento geral, que resolve igualmente o problema de todos, tal qual ocorre em reuniões de outros grupos, sejam de terapias, palestras, sociedades, etc, assim como, por exemplo, um médico que atende um paciente por vez, e não irá atender todo um estádio de futebol lotado de uma vez só, receitando remédios para a arquibancada coberta, outro para a arquibancanda descoberta, apenas há a necessidade do grupo para que se utilize as pessoas como representantes de todo um sistema do paciente.
Trata-se de um trabalho individualizado, realizado em grupo.
No início do trabalho, o paciente senta-se ao lado do terapeuta e diz que quer resolver tal problema, trabalhar determinada situação. È necessário afirmar que, mesmo estando em um grupo de pessoas, nessa fase, não há exposição vexatória da vida pessoal, dos costumes, da intimidade, dos hábitos do cliente, fala-se apenas seu problema, sua situação, não se entra em detalhes, não é necessário muitas falas, longas histórias, discursos, antigas lembranças para se receber a terapia, apenas o básico suficiente para iniciar o trabalho.
Após isso, o cliente seleciona uma pessoa presente para representar ele próprio e, orientado pela terapeuta selecionará outras pessoas para representarem pai, mãe, filhos, antepassados já falecidos, pode selecionar alguém para ser o problema. Não há limite nessa fase, escolhe-se quantos forem bastantes para que se faça uma leitura, buscando a origem e solução do problema.
Abaixo, as pessoas em verde são as escolhidas para a representação, e a pessoa em azul, o cliente constelando, escolhendo e posicionando onde quiser as pessoas.

Através dessa representação, que de certa forma é parecida com um teatro (APENAS parecida), têm se que os personagens escolhidos começam a interagir entre si, pois ficam livres para se movimentarem, realizarem os chamados movimentos da alma, seja para andar pra direita, esquerda, deitar-se no chão, chorar, abraçar, não querer ver determinada situação, rir, sair dali correndo, ou seja, QUALQUER REAÇÃO, e, através da leitura profunda desses movimentos realizados pelos personagens, é que a terapeuta consteladora entenderá a razão do problema do cliente e iniciará o processo de cura, VEJA EXEMPLO:

O processo de solução dos chamados emaranhados (problemas) se dá, (resumidamente, mas bem resumidamente mesmo), com a terapeuta orientando algum(s) a dizerem frases específicas e importantes, como por exemplo "eu vejo você", "me desculpe, sinto muito", entre outras diversas hipóteses e variáveis , ou a fazerem movimentos corporais relevantes, tais como agradecimentos, pedidos de perdão liberatórios, reconhecimento de algo que não foi reconhecido, reverências profundas, etc.
Exemplo:

(Tem-se na figura o pequeno bonequinho em vermelho como o cliente, os outros como representantes, assim lhe é proposto realizar algo necessário para que solucione seu problema, como agradecimentos, reconhecimentos, como já falado acima)
No fim da terapia, a pessoa libera os personagens de seu papel, os agradece e, com o passar do tempo, a alma do cliente constelado se encarrega de naturalmente se adaptar a nova e melhor situação, resolvendo assim o problema que inicialmente foi proposto no trabalho.
Resumidamente, é isso.
REPRESENTAÇÃO PARTE 1.
Pois bem, o cliente da constelação, o paciente, recebe um atendimento único, direcionado e exclusivo naquele momento, eis uma terapia em grupo, mas como cada pessoa que quer ser "constelado" tem seu problema específico e é um INDIVÍDUO, não há que se falar em um tratamento geral, que resolve igualmente o problema de todos, tal qual ocorre em reuniões de outros grupos, sejam de terapias, palestras, sociedades, etc, assim como, por exemplo, um médico que atende um paciente por vez, e não irá atender todo um estádio de futebol lotado de uma vez só, receitando remédios para a arquibancada coberta, outro para a arquibancanda descoberta, apenas há a necessidade do grupo para que se utilize as pessoas como representantes de todo um sistema do paciente.
Trata-se de um trabalho individualizado, realizado em grupo.
No início do trabalho, o paciente senta-se ao lado do terapeuta e diz que quer resolver tal problema, trabalhar determinada situação. È necessário afirmar que, mesmo estando em um grupo de pessoas, nessa fase, não há exposição vexatória da vida pessoal, dos costumes, da intimidade, dos hábitos do cliente, fala-se apenas seu problema, sua situação, não se entra em detalhes, não é necessário muitas falas, longas histórias, discursos, antigas lembranças para se receber a terapia, apenas o básico suficiente para iniciar o trabalho.
Após isso, o cliente seleciona uma pessoa presente para representar ele próprio e, orientado pela terapeuta selecionará outras pessoas para representarem pai, mãe, filhos, antepassados já falecidos, pode selecionar alguém para ser o problema. Não há limite nessa fase, escolhe-se quantos forem bastantes para que se faça uma leitura, buscando a origem e solução do problema.
Abaixo, as pessoas em verde são as escolhidas para a representação, e a pessoa em azul, o cliente constelando, escolhendo e posicionando onde quiser as pessoas.

Através dessa representação, que de certa forma é parecida com um teatro (APENAS parecida), têm se que os personagens escolhidos começam a interagir entre si, pois ficam livres para se movimentarem, realizarem os chamados movimentos da alma, seja para andar pra direita, esquerda, deitar-se no chão, chorar, abraçar, não querer ver determinada situação, rir, sair dali correndo, ou seja, QUALQUER REAÇÃO, e, através da leitura profunda desses movimentos realizados pelos personagens, é que a terapeuta consteladora entenderá a razão do problema do cliente e iniciará o processo de cura, VEJA EXEMPLO:
O processo de solução dos chamados emaranhados (problemas) se dá, (resumidamente, mas bem resumidamente mesmo), com a terapeuta orientando algum(s) a dizerem frases específicas e importantes, como por exemplo "eu vejo você", "me desculpe, sinto muito", entre outras diversas hipóteses e variáveis , ou a fazerem movimentos corporais relevantes, tais como agradecimentos, pedidos de perdão liberatórios, reconhecimento de algo que não foi reconhecido, reverências profundas, etc.
Exemplo:
(Tem-se na figura o pequeno bonequinho em vermelho como o cliente, os outros como representantes, assim lhe é proposto realizar algo necessário para que solucione seu problema, como agradecimentos, reconhecimentos, como já falado acima)
No fim da terapia, a pessoa libera os personagens de seu papel, os agradece e, com o passar do tempo, a alma do cliente constelado se encarrega de naturalmente se adaptar a nova e melhor situação, resolvendo assim o problema que inicialmente foi proposto no trabalho.
Resumidamente, é isso.
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